Tudo o que você precisa saber sobre pneus

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pneus
Os pneus são itens de segurança muito importantes. São eles que fazem a ligação do carro com o solo. Cada ação que o motorista faz movimentando o volante, acionando o freio, ou o acelerador  é transmitida à estrada através dos pneus. Suas  principais partes são:

Carcaça do pneu: a carcaça é composta de várias camadas de diferentes tecidos chamadas lonas. A maioria das lonas  é feita de condões de poliéster . Num pneu radial os cordões são dispostos  perpendicularmente à banda de rodagem. Nos pneus antigos eram  dispostos em diagonal, com as lonas cruzadas e sobrepostas em relação à banda,  por isso o nome pneu diagonal. As lonas são revestidas com borracha para que se unam com mais facilidade a outros componentes e para reter o ar sob pressão.

Banda de rodagem: é a parte do pneu que fica em contato direto com o solo. Seus desenhos possuem partes cheias chamadas de biscoitos ou blocos e partes vazias conhecidas como sulcos, e devem oferecer aderência, tração, estabilidade e segurança ao veículo.

Talões: constituem-se internamente de arames de aço de grande resistência, tendo por finalidade manter o pneu fixado ao aro da roda.

Paredes laterais: são as laterais da carcaça, revestidas por uma mistura de borracha com alto grau de flexibilidade e alta resistência à fadiga

Cintas: as cintas são feitas de aço, São usadas nos pneus radiais para reforçar a área sob a banda de rodagem. Deixam o pneu resistente contra perfurações e ajudam  manter a banda de rodagem plana, possibilitando melhor contato do pneu com o solo.

Ombro: o ombro é o responsável pela estabilidade lateral do pneu .Protege as camadas da carcaça e pode conter componentes adicionais para aumentar a estabilidade.

Nervura central: proporciona um contato “circunferencial” do pneu com o solo.

Leitura dos códigos dos pneus

Imagine um pneu com a inscrição 205/55 R16 90 V. O primeiro número – 205, indica a largura do pneu, em milímetros. O segundo – 55, indica a altura  ou  o perfil do pneu, que nada mais é do que um percentual da largura. Ou seja, aquele pneu tem de altura 55% da largura (112,75 mm). Quanto menor esse número, mais baixo é o pneu e vice-versa.  O “R” significa ser este um pneu de formação radial (o outro tipo é diagonal). O terceiro número, 16, indica seu diâmetro interno em polegadas. O “90” indica o índice de carga máxima que o pneu pode suportar – neste caso, 600 kg sobre cada pneu. Finalmente, o “V” é o símbolo de velocidade. Os pneus são projetados para rodar até determinadas velocidades. Acima do limite estabelecido sua estrutura pode sofrer alterações e há riscos de um acidente.

Nova etiquetagem de pneus

A partir de 2018, todos os pneus novos a venda no Brasil deverão trazer uma etiqueta que fornecerá informações sobre três critérios de desempenho desse item. A iniciativa valerá para todos os pneus de construção radial utilizados em carros de passeio, picapes, SUVs, vans, caminhões e ônibus.

O objetivo dessa medida é promover a melhoria da segurança viária, a redução da poluição ambiental e a eficiência energética. Os três atributos escolhidos para ilustrar as etiquetas são aderência em piso molhado, resistência ao rolamento e nível de ruído.

Os parâmetros presentes na nova etiquetagem de pneus serão averiguados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e permitirão que o consumidor conheça mais sobre o produto que está adquirindo.

Os atributos da nova etiqueta

Eficácia energética

A avaliação da eficácia energética indica a resistência exercida pela força oposta à rotação do pneu. O teste é realizado em laboratório e demonstra o nível de combustível consumido: quanto menor for a resistência, menor será a energia que o veículo demanda para se movimentar.

Os níveis de avaliação são indicados em letras que vão de A a G, sendo A o mais eficiente e G o menos eficiente.

Segurança

Avalia a segurança da frenagem de emergência através do teste de aderência em pista molhada, como em caso de chuvas. O teste é realizado em linha reta e não envolve aderência em curvas;

Assim como a categoria anterior, esta também possui sete níveis de desempenho, que são indicados na nova etiquetagem dos pneus e vão de A (menor distância de frenagem) até o G (maior distância de frenagem).

Nível de ruído

O teste para esse critério capta o ruído externo emitido pelo pneu ao passar com o motor desligado diante de um dispositivo de captação de som.

Esse parâmetro tem o objetivo de reduzir a poluição sonora e avalia o nível de ruído dos pneus com a indicação do número de decibéis. Quanto mais decibéis, mais ondas são marcadas em preto na etiqueta e pior é o desempenho dos compostos.

Critérios

nova etiquetagem dos pneus segue três critérios estabelecidos pelo Inmetro e são interpretados da seguinte forma.

  • Resistência ao rolamento: são sete níveis, sendo que a nota A indica os modelos que economizam mais combustível.
  • Aderência em piso molhado: também tem sete níveis, com a nota A oferecendo a melhor aderência na água.
  • Nível de ruído externo: é expresso em decibéis, com divisão em três níveis. São eles: uma onda (até 69 dB), duas ondas (70 a 72 dB) e três ondas (acima de 72 dB).
  • Selo Conpet: mostra que o pneu atende todas as normas do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural.
etiquetagem de pneus

Dicas sobre pneus

1 – Calibre os pneus semanalmente, sempre a frio, inclusive o estepe. Evite fazê-lo com os pneus quentes.

2 – Revise  o alinhamento ou a  geometria de seu carro a cada 10.000 km. Se o carro estiver desalinhado, o desgaste será irregular. Se você passou por algum buraco, teve algum choque no carro ou está notando desgaste anormal, também é hora de revisar o alinhamento.

3 – Faça também o rodízio dos pneus a cada 10.000 km.

4 – Cuidado com derivados de petróleo. Evite usar produtos que deixam o pneu mais bonito que sejam derivados de petróleo e não estacione sobre óleo, solventes ou outros produtos desse tipo.

5 – Cuidado com a carga máxima indicada para o pneu. Não coloque carga demais no carro.

6 – Verifique a especificação de velocidade máxima do pneu. Rodar acima do que ele suporta pode danificá-lo ou até provocar acidentes.

7 – Não use pneus de especificações diferentes no mesmo eixo.

8 – Evite dirigir por estradas esburacadas e outros pisos irregulares.

9 – Evite freadas bruscas, “cantadas” de pneus e outras manobras que os façam escorregar, pois isso os desgastam prematuramente.

10 – Todo pneu tem uma elevação de borracha entre os seus sulcos, chamada TWI. Se esta marca estiver encostando no solo, é hora de trocar o pneu.

Trabalhamos com as seguintes marcas de pneus

Assuntos relacionados:
Pneus Silva Jardim, Pneus Casimiro de Abreu, Pneus Rio das Ostras, Pneus Macaé, Pneus Barra de São João, Pneus Rio Bonito, Bridgestone, Dunlop, Firestone, Goodyear, Pirelli
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